Ditadura cubana atende último pedido do genocida Fidel. É quase uma lei de blasfêmia

Sob a desculpa de que Fidel não gostava do “culto a personalidade”, seu irmão e também ditador Raúl Castro baixou a lei na ilha cubana. A partir de agora é proibido fazer qualquer tipo de estátua, ruas, praças ou monumentos com o nome de Fidel.

A nova lei proíbe o uso do nome de Fidel para denominar instituições, praças, parques, avenidas, ruas e outros locais públicos, assim como qualquer tipo de condecoração, reconhecimento ou título honorífico. A legislação também proíbe o uso da figura de Fidel, falecido em 25 de novembro, aos 90 anos, “para erigir monumentos, bustos, estátuas, faixas comemorativas e outras formas de homenagem” em locais públicos da Ilha, segundo a imprensa cubana.

A imprensa oficial (leia-se estatal) não informou as sanções previstas para quem violar a nova lei.

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6 comentários sobre “Ditadura cubana atende último pedido do genocida Fidel. É quase uma lei de blasfêmia

  1. Um ditador amado?

    De acordo com a Folha de São Paulo, em matéria do dia 4 de dezembro de 2016, o cortejo percorreu 900 km, e percorreu 13 províncias, e por onde passava haviam centenas de milhares de cubando despedindo-se de Fidel com CHORO, BANDEIROLAS DE CUBA E GRITOS DE “YO SOY FIDEL” o lema oficial de luto.

    Nem um jornal sério fala de despedida obrigatória com ameaças no caso do não comparecimento. Falam de cordão de isolamento para conter a multidão que queria se despedir de seu considerado líder.

    É obvio que haviam desafetos cubanos, dentro e fora de Cuba, mas isso é inevitável para qualquer líder em qualquer ludar do mundo, pois só se é líder por que há luta e se há luta há lados opostos e com isso opositores.

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