Herança maldita: 12 Estados projetam fechar 2017 com contas arrombadas

Para muitos estados, a contagem regressiva já é para 2018 porque 2017 promete ser bem difícil. Apesar do socorro bilionário do governo federal e do alívio no pagamento da dívida com a União, a crise nos Estados deve continuar forte em 2017.

De acordo com dados de doze governos estaduais, o deficit primário em seus orçamentos no ano que vem tende a aumentar, o que o que só agravaria a crise de uma forma geral. O rombo acumulado chega a assustadores R$ 32,5 bilhões.

Aparentemente, todos os esforços apresentados no início desta matéria para reduzir a crise nos Estados quase falidos só serviram para oferecer um alívio momentâneo de modo que o problema continua. Outro indicador de que a situação só tende a piorar são os atrasos nos compromissos do dia a dia  que seguem se acumulando (para se ter uma ideia, alguns Estados que vão fechar 2016 sem ter pago o 13º).

Fica mais difícil se pensar numa solução quando se vê resistências internas. Um exemplo triste é o Rio de Janeiro, o primeiro a decretar calamidade financeira. Com o objetivo de equilibrar as contas, o governador Luiz Fernando Pezão propôs um pacote de medidas de ajuste que sofreram forte resistência de políticos e servidores.

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