Engenheiro petista ofende brasileiros e tenta encobrir sujeira de Lula mas é descoberto pela Lava Jato

Durante depoimento à Lava Jato, o engenheiro Glaucos da Costamarques disse que o valor pago pelo aluguel de um apartamento de sua propriedade usado pelo ex-presidente era repassado diretamente a ele por Roberto Teixeira, advogado e amigo pessoal do petista.

No entanto, o aluguel não era exatamente pago. O valor era usado como compensação por uma “assessoria sobre imóveis” que ele prestava, segundo o engenheiro.

Costamarques, como todos ligados ao PT, duvidando da inteligência do povo brasileiro, diz que não contabilizava os rendimentos com o imóvel porque “não achava necessário”.

A Lava Jato acredita que a empreiteira Odebrecht está por trás da aquisição da unidade, para compensar  financeiramente Lula. A investigação aponta que o engenheiro com tendências petistas, que é primo distante de José Carlos Bumlai, amigo de Lula, era um laranja do petista. Para fechar a compra, o engenheiro recebeu em meados de 2010 algo em torno de R$ 800 mil da DAG Construtora, que por sua vez havia obtido repasses da Odebrecht de valor semelhante.

A acusação formal foi aceita por Moro na última segunda-feira (20/12), o que fez Lula, mais uma vez, quebrar recordes e se tornar réu pela quinta vez.

Um dos fatos que chamou a atenção dos investigadores foi de que o engenheiro afirmou ter comprado a unidade “para investir” e, no entanto, sequer calculou quanto obteve com aluguéis. Ele disse que não contabilizava os pagamentos a Teixeira em documentos e que “alguns foram deletados de seu computador”.

Moro decretou o sequestro do apartamento “diante dos indícios de que foi adquirido com proventos do crime” e de que pertence realmente ao ex-presidente, como todos já sabiam.

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