Em nota, Dilma exige “respeito ao contraditório”… Logo ela, que apoia ditaduras!

Após a investigação da PF nas gráficas que atuaram na campanha de Dilma em 2014, a defesa da ex-presidente emitiu uma nota sobre o caso. Em certo trecho do documento, diz-se o seguinte:

“Assim como a atuação da defesa de Dilma Rousseff foi fundamental para demonstrar o falso testemunho à Justiça Eleitoral praticado pelo Sr. Otávio Azevedo, deve-se assegurar o respeito ao contraditório e ampla defesa para que, uma vez mais, seja demonstrada a regularidade das despesas realizadas pela chapa Dilma-Temer em relação às empresas periciadas.”

É, no entanto, esquisito que logo ela, Dilma Rousseff, demonstre preocupação com o direito ao contraditório. A petista sempre apoiou ditaduras, inclusive atualmente. Ela é aliada de Nicolás Maduro, é aliada de Raúl Castro, foi aliada de Fidel, defendeu o regime que Kirchner tentava implantar aqui no Brasil e, a propósito, foi durante o governo dela que tentaram instaurar uma mordaça legalizada na imprensa.

Dilma jamais respeitou o contraditório. Tudo o que ela fez seguiu uma agenda política totalitária, e as ditaduras vizinhas que ela sempre apoiou são uma prova clara disso. Na Venezuela não há direito ao contraditório, assim como não há em Cuba, na Líbia ou no Irã. Durante o governo ela chegou a perdoar dívidas milionárias de ditadores africanos acusados de crimes contra a humanidade.

Se ela tivesse sido contemporânea de Mussolini, Vargas ou Adolf Hitler é evidente que também os teria apoiado.

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