Rede, de Marina, se junta a PT, PCdoB e PSOL para derrubar PEC que brecava privilégios do Judiciário no Rio Grande do Sul

Nesta quinta (22), o Rede, partido de Marina Silva – se juntou aos demais partidos de extrema-esquerda, PT, PCdoB e PSOL, para derrubar a PEC do duodécimo, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A PEC – intitulada PEC do Duodécimo – visava tratar todos os salários de servidores de forma isonômica na adequação ao orçamento. É sabido que o governo Tarso Genro quebrou o Estado, levando ao parcelamento de salários de policiais e professores. O estado não consegue mais arcar com as contas públicas.

A PEC visava garantir que os orçamentos fossem aprovados somente de acordo com o que cabe na receita.

O objetivo, conforme lembra o deputado estadual Marcel Van Hattem (PP): “A despesa não cabe na receita e quem está pagando o pato são os servidores do Executivo, que têm o salário parcelado. Dividir o orçamento entre os Poderes de acordo com o que efetivamente é arrecadado é o óbvio, o justo”.

Porém, com a forcinha do Rede, os partidos de extrema-esquerda conseguiram, em bloco, derrubar a PEC. Com isso, a extrema-esquerda ajudou a categoria mais elitizada do funcionalismo público. Infelizmente, somente funcionários do Executivo podem ter salário parcelado. O orçamento segue divido pela arrecadação fictícia, e não a arrecadação real.

Votaram CONTRA a divisão do duodécimo pela arrecadação:

  • Adão Villaverde (PT) – Não
  • Altemir Tortelli (PT) – Não
  • Edegar Pretto (PT) – Não
  • Jeferson Fernandes (PT) – Não
  • Luiz Fernando Mainardi (PT) – Não
  • Miriam Marroni (PT) – Não
  • Nelsinho Metalúrgico (PT) – Não
  • Stela Farias (PT) – Não
  • Tarcisio Zimmermann (PT) – Não
  • Valdeci Oliveira (PT) – Não
  • Zé Nunes (PT) – Não
  • Eduardo Loureiro (PDT) – Não
  • nio Bacci (PDT) – Não
  • Juliana Brizola (PDT) – Não
  • Marlon Santos (PDT) – Não
  • Juliano Roso (PCdoB) – Não
  • Manuela d`Ávila (PCdoB) – Não
  • Pedro Ruas (PSOL) – Não
  • Regina Becker Fortunati (REDE) – Não

Ausentes:

  • Ciro Simoni (PDT)
  • Aloísio Classmann (PTB)
  • Luís Augusto Lara (PTB)
  • Ronaldo Santini (PTB)
  • Jorge Pozzobom (PSDB)

Votaram A FAVOR da PEC do Duodécimo:

  • Álvaro Boessio (PMDB) – Sim
  • Edson Brum (PMDB) – Sim
  • Gabriel Souza (PMDB) – Sim
  • Gilberto Capoani (PMDB) – Sim
  • Ibsen Pinheiro (PMDB) – Sim
  • Juvir Costella (PMDB) – Sim
  • Tiago Simon (PMDB) – Sim
  • Vilmar Zanchin (PMDB) – Sim
  • Adolfo Brito (PP) – Sim
  • Frederico Antunes (PP) – Sim
  • Gerson Borba (PP) – Sim
  • João Fischer (PP) – Sim
  • Marcel van Hattem (PP) – Sim
  • Sérgio Turra (PP) – Sim
  • Gilmar Sossella (PDT) – Sim
  • Vinicius Ribeiro (PDT) – Sim
  • Marcelo Moraes (PTB) – Sim
  • Maurício Dziedricki (PTB) – Sim
  • Adilson Troca (PSDB) – Sim
  • Pedro Pereira (PSDB) – Sim
  • Zilá Breitenbach (PSDB) – Sim
  • Elton Weber (PSB) – Sim
  • Liziane Bayer (PSB) – Sim
  • Miki Breier (PSB) – Sim
  • Any Ortiz (PPS) – Sim
  • Sérgio Peres (PRB) – Sim
  • João Reinelli (PV) – Sim
  • Missionário Volnei (PR) – Sim
  • Bombeiro Bianchini (PPL) – Sim

A iniciativa dos partidos da extrema-esquerda parece ser a de manter os privilégios do Judiciário que, assim, ficariam livres de se adequar ao orçamento. A atitude é gravíssima e pode gerar consequências terríveis para a economia.

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