Dilma não quer seguir a lei de eleições indiretas: “é golpe dentro do golpe”

A ex-presidente petista Dilma Rousseff deu uma curta entrevista, em um evento em Buenos Aires, onde comparou o processo de impeachment constitucional ao golpe de 1964, e disse a cassação do mandato de Temer e consequentemente a realização de eleições indiretas para a Presidência, seria um “golpe dentro do golpe”.

“Quando quiserem achar um motivo, eles acham, e se ficar para o ano que vem, é isso, vai ser o golpe dentro do golpe.” disse a petista, referindo-se a uma eventual cassação de Temer.

De acordo com a constituição, o vice presidente deve assumir caso o titular seja afastado – o que no caso de Dilma aconteceu porque a petista cometeu crimes de responsabilidade – e se o vice também for afastado, na segunda metade do mandato, devem ser feitas eleições indiretas para a presidência via congresso. É constitucional. Dilma e os petistas só não gostam de seguir as leis mesmo.

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Um comentário sobre “Dilma não quer seguir a lei de eleições indiretas: “é golpe dentro do golpe”

  1. A “abençoada” usa “eles” como se todo o universo já não soubesse que entre “eles”, a facção criminosa disfarçada de partidos políticos que governam o Brasil desde a redemocratização, não há distinção, não há tira bom e tira mau, todos são criminosos por Lesa-pátria!
    “GOLPE SOBRE GOLPE”, também foi a manutenção de seus direitos políticos e privilégios às custas do suor do povo brasileiro.
    Para esses canalhas a CF é apenas algo obsoleto, maleável, de menor valor!

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