Fim de mais uma narrativa falsa da extrema-esquerda: menina de 14 anos confessa insultos à filha de Gagliasso

Para encerrar mais uma narrativa falsa e vitimista da esquerda, dessa vez sobre o caso de racismo contra a filha do ator Bruno Gagliasso, sete pessoas foram encontradas por policiais do Rio e de São Paulo nesta terça-feira e levadas a prestar esclarecimentos em delegacias de São Paulo por suspeita de envolvimento nas ofensas, feitas em novembro.

O fim aconteceu quado uma menor de 14 anos, moradora de Guarulhos (SP), confessou ter sido responsável por comentários racistas contra Titi, filha de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, e que “não se arrependeu de nada”.

“Os mandados foram cumpridos ontem (21/12) e todas as pessoas que residiam nesta casa foram levadas para a delegacia e lá, a menor confessou que fez esse perfil falso para praticar os atos de injúria por preconceito e para prejudicar uma prima distante dela. Ela não demonstrou nenhum arrependimento, o que causou espanto na gente. Na declaração dela, perguntamos qual cor ela achava que tinha e ela foi clara em dizer que era negra”, detalhou Daniela Terra, delegada titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI).

Como, infelizmente, no Brasil, ser menor significa poder fazer toda a sorte de absurdos com a certeza de que nada acontecerá, ela irá responder por ato infracional pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). “Ela vai responder por fato análogo ao crime de injúria por preconceito e também pela falsa identidade. Vai depender do juiz aplicar uma medida socioeducativa”, disse a delegada.

Curioso que, agora que a descobriu-se que a racista era uma mulher, de origem humilde e negra, uma parte da esquerda se calou e outra, mais radical, afirma que a jovem é tão vítima quanto a filha de Gagliasso.

É preciso entender que, para ser racista ou criminoso, não tem de ser branco, rico ou de algum sexo específico. Os desvios de caráter não olham cor ou sexo, diferente do que pensa a esquerda.

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