Sabotagens do PT fracassam e agenda do governo avança além das expectativas em 2016

Apesar de todo o esforço petista para atrasar as pautas e travar o país após o impeachment de Dilma, Michel Temer e sua base conseguiram articular e atravessar todos os impasses que encontraram no caminho. Aliás, mesmo com crise institucional evidente, especialmente após a queda de braço entre STF e Senado, Temer segua sua agenda incólume.

O governo fecha o ano com saldo positivo no Legislativo. Em pouco mais de seis meses de administração, ele conseguiu aprovar conclusivamente várias propostas importantes num cenário de crise econômica e política. O estabelecimento de teto para os gastos públicos foi a proposta mais importante da agenda palaciana, refletindo bem o sucesso do governo no Legislativo. Tratando-se de emenda constitucional complexa, a matéria obteve aprovação em curto espaço de tempo, algo que nunca aconteceria em governos anteriores.

Antes, qualquer proposta desta magnitude sofreria e levaria meses se arrastando para chegar a qualquer possibilidade de acordo. O placar do segundo turno (53 x 16) foi inferior ao do primeiro (61 x 14). Os oito votos de diferença se deveram principalmente às ausências. Apenas um senador mudou de voto – Dario Berger (PMDB-SC). Esteve ao lado do governo na primeira votação, mas depois decidiu votar contra.

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