Assessoria de imprensa de Lula afirma em nota que Lava Jato persegue “delitos que só existem na imaginação de Power Point de alguns promotores.”

Quando falamos que os militantes de extrema-esquerda do PT vivem em outro mundo, um mundo delirante onde o PT deu certo, não é exagero.

Em postagem feita ontem (21/12), na página do Facebook  de Lula, sua assessoria de imprensa lançou argumentos ofendendo a Operação Lava Jato. O objetivo seria tirar a credibilidade da empreitada sob comando de Sérgio Moro. O problema é que eles foram longe demais na fantasia.

Em meio a diversos absurdos, afirmam que a Lava Jato superou Kafka e Minority Report no quesito ficção.

Segundo a assessoria do Molusco, a força-tarefa apresenta um “grau de loucura” tão grande que faz com que persiga “delitos que só existem na imaginação de Power Point de alguns promotores.”

Como resumiu o Antagonista, “Tudo não passa de um delírio coletivo de Marcelo Odebrecht e de seus executivos, que delataram a compra de um terreno para a futura sede do Instituto Lula e registraram a movimentação na planilha ‘Amigo’ do departamento de propinas – sabendo que essa mentira descarada lhes trará grandes problemas com Moro, já que delação premiada precisa ser confirmada com provas.”

Se for sádico e quiser se divertir, veja a nota na íntegra:

“LAVA JATO SUPERA KAFKA E MINORITY REPORT: ACUSA LULA POR NÃO RECEBER TERRENO

A Lava Jato abriu um processo contra Lula por ele não ter recebido um terreno, que segundo a operação, seria destinado ao Instituto Lula. A Lava Jato reconhece, porque é impossível não reconhecer, que o terreno não é nem nunca foi do Instituto Lula ou de Lula. É o grau de loucura que a Lava Jato chegou na sua perseguição contra o ex-presidente. Ao invés de investigar e apresentar denúncias sobre delitos reais, e após fechar acordos que tiraram da cadeia pessoas que receberam dezenas de milhões em desvios da Petrobras, persegue delitos que só existem na imaginação de Power Point de alguns promotores, e ficam atribuindo imóveis que não são de Lula para o ex-presidente. E o juiz Sérgio Moro aceita uma denúncia absurda dessas em poucos dias, porque o importante é gerar manchete de jornal e impedir Lula de ser candidato em 2018. Abaixo, nota enviada para a Folha de S. Paulo:

“Não comentamos supostas delações. Delações não são prova, quanto mais supostas delações. O ex-presidente não solicitou nenhuma vantagem indevida e sempre agiu dentro da lei. O terreno nunca foi do Instituto Lula e tampouco foi colocado à sua disposição. O imóvel pertence a empresa particular que lá constrói uma revenda de automóveis. Tem dono e uso conhecido. Ou seja, a Lava Jato acusa como se fosse vantagem particular de Lula um terreno que ele nunca recebeu, nem o Instituto — que não é propriedade de Lula, nem pode ser tratado como tal, porque o Instituto Lula tem uma personalidade jurídica própria. Todas as doações feitas ao Instituto Lula estão devidamente registradas e foram feitas dentro da lei.”

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