Assassinato de reputação: Vereador do MBL é processado ao usar termo “macumba”. Pretexto é acusação de racismo

Filipe Barros (PRB), vereador eleito do MBL em Londrina – PR, está sendo processado pela utilização do termo “macumba”. É isso mesmo! O Promotor de Justiça de Direitos Humanos, Dr. Paulo Tavares, entendeu que a utilização do termo “macumba” representa ato de racismo.

No caso específico, crianças foram levadas a um teatro que apresentava as religiões de matrizes africanas e Barros questionou se os pais estavam cientes do conteúdo do evento. O Vereador não fez nenhum juízo de valor sobre a dita “macumba”, apenas denominou aquilo como tal. Vejam o vídeo e o post de Filipe em seu facebook:

O fato é que Filipe é conhecido em sua cidade por um longo trabalho na defesa da lei, que estipula que a educação moral, sexual e religiosa compete aos pais e não a escola ou ao estado. Trata-se de um Tratado de Direitos Humanos, ratificado pelo Congresso Nacional, portanto uma lei válida em todo território brasileiro. O mencionado Promotor é Promotor de Direitos Humanos. Deveria estar, portanto, fiscalizando o cumprimento desta Lei. Deveria investigar se os pais estavam ou não sabendo que seus filhos seriam levados a esta peça cultural. Não está.

Outro fato a ser levado em conta é: o Vereador é um nome nacional na referência do combate a ideologia de gênero. Pois bem. Quando da votação do Plano Municipal de Educação de Londrina, onde os Vereadores rejeitaram majoritariamente a Ideologia de Gênero, o mencionado Promotor encaminhou ao Poder Legislativo local uma “Carta de Repúdio” aos Vereadores que rejeitaram a ilegalidade do gênero. É atribuição do Promotor mandar carta de repúdio ao Poder Legislativo? Seria uma perseguição política contra o Vereador? Esperamos, sinceramente, que não.

Não se pode permitir o cerceamento do direito a livre expressão neste caso onde, nitidamente, o Promotor já parte da conclusão e tenta achar as premissas legais para tentar calar quem pensa diferente. Não se pode permitir o aparelhamento partidário e ideológico de uma das principais instituições da República Brasileira: o Ministério Público.

À propósito: o termo “macumba” consta em todos os dicionários da língua portuguesa como sendo uma expressão popular referente aos cultos das religiões de matrizes africanas.

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5 comentários sobre “Assassinato de reputação: Vereador do MBL é processado ao usar termo “macumba”. Pretexto é acusação de racismo

  1. Eu respeito E ADMIRO muito o MBL – Movimento Brasil Livre. Mas nesse caso específico cabe uma pergunta: quantas vezes alguma escola deve ter levado a meninada para assistir a algo católico / evangélico, sem que o referido vereador tenha questionado se “os pais estavam cientes”???

  2. Eu respeito E ADMIRO muito o MBL – Movimento Brasil Livre. Mas nesse caso específico cabe uma pergunta: quantas vezes alguma escola deve ter levado a meninada para assistir a algo católico / evangélico, sem que o referido vereador tenha questionado se “os pais estavam cientes”???

  3. Não é de hoje que promotores querem dirigir os rumos de uma cidade. Já falei e repito: se promotor quer “mandar” na cidade, então peça exoneração do cargo e se candidate a prefeito

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