A socialista Marina joga com a narrativa do PT ao pedir para Temer renunciar

Conforme o Estadão, a ex-senadora Marina Silva (Rede), provável candidata à Presidência em 2018, está adotando a narrativa de que o governo Michel Temer não teria como superar a crise que também atingiu Dilma Rousseff.

Sem contar que busca ser beneficiada com sua proposta, Marina propôs a realização de novas eleições diretas ou a renúncia do peemedebista: “Eu já dizia antes que a renúncia é sempre um ato pessoal, unilateral. A presidente Dilma poderia ter feito este gesto. Não fez. O presidente Temer, no meu entendimento, se encontra na mesma situação que ela. Poderá fazê-lo. Mas isso depende de cada um. É dele. Faltam 16 dias”.

Curiosamente, ela diz: “O governo ainda não foi capaz de se estabelecer. Vive praticamente o mesmo vendaval de crises que vivia a presidente Dilma. A única diferença é que no governo Dilma havia uma equipe econômica que dirigia em alta velocidade rumo ao precipício e agora tem uma equipe econômica que, com competência, tenta desviar do precipício. No entanto, a crise política pode acabar prejudicando a economia.”

Marina Silva é considera adversária preferencial do PT, pois nas últimas eleições ela serviu para “dividir” as forças adversárias e, no fim, dar o poder para petistas. Isso aconteceu em 2010 e 2014, em que Marina Silva concorreu à presidência. A própria narrativa de “novas eleições” foi estabelecida pelo PT para se beneficiar, o que aumenta a suspeita de que Marina esteja agindo como linha auxiliar do partido bolivariano.

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