Toffoli pode ser afastado de inquérito sobre Gleisi por ter “amizade íntima” com os investigados

O procurador geral da república deve pedir o afastamento do ministro do STF Dias Toffoli, ex-advogado do PT, das investigações envolvendo a operação Custo Brasil, que envolve pagamento de propina  do ex-ministro petista Paulo Bernardo e sua mulher, a senadora petista Gleisi Hoffmann.

A policia federal encontrou emails e mensagens de celular que indicam que Toffoli é amigo íntimo do casal petista, o que torna a imparcialidade do ministro bastante questionável.

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5 comentários sobre “Toffoli pode ser afastado de inquérito sobre Gleisi por ter “amizade íntima” com os investigados

    1. Uai, até onde eu tenho conhecimento, não há emails ou msgs do whatsapp trocadas entre eles. Se houver, por gentileza esclareça, indicando a fonte de tal informação.

      Outra diferença crucial é o fato de o JUIZ singular, ainda que federal, NÃO TER COMPETÊNCIA para JULGAR um SENADOR da república, ATRIBUIÇÃO EXCLUSIVA dos MINISTROS do STF (vide alínea “b” do art. 102 da Constituição Federal de 1988), que não se aplica ao “caso Moro x Aecin”, como você o descreve, ainda que estes fossem efetivamente amigos – de que não há provas, pelo menos até aqui; mas sim ao caso “Toffoli x Hoffman”.

      Além disso, é elementar destacar que a identificação de interação que demonstre amizade entre o MINISTRO e a SENADORA é fundamento para configurar SUSPEIÇÃO do ministro; ou seja, INCOMPETÊNCIA LEGAL PARA JULGAR O CASO, conforme regimenta o inciso I, do art. 145 da Lei n. 13.105/15 (Novo Código de Processo Civil Brasileiro).

      Consegui esclarecer as diferenças gritantes entre o caso em discussão e o da hipótese que você quis ventilar?! Espero que sim.

      Abraço!

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