Cabral e Adriana Ancelmo são réus na Operação Lava-Jato

O juiz federal Sérgio Moro, aquele que “só persegue o PT”, abriu ação penal nesta sexta-feira, 16, contra o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) por propina de pelo menos R$ 2,7 milhões da empreiteira Andrade Gutierrez, entre 2007 e 2011, referente as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), da Petrobrás. O peemedebista é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Sérgio Cabral está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Ele foi capturado em 17 de novembro, na Operação Calicute, na qual também é réu na Justiça Federal do Rio, que investiga mesadas de empreiteiras para o ex-governador.

O peemedebista estava em Bangu 8, no Rio. Por suspeita de irregularidades nas visitas ao ex-governador, no sábado, 10, Sérgio Cabral foi transferido para Curitiba. Sua esposa, a advogada Adriana Ancelmo, e mais cinco pessoas também se tornaram réus nesta mesma ação.

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