Piada: apoiadora de ditaduras, Dilma diz que América Latina está sob ameaça de novas ditaduras

A derrota da esquerda no mundo, especialmente sobre os países latino-americanos, foi o centro na conferência A Luta Política na América Latina, realizada na última sexta feira (9/12) pela Fundação Perseu Abramo no auditório da Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, região central de São Paulo. Nos discursos das ex-presidente de extrema-esquerda Dilma Rousseff e de Cristina Kirchner, vários pontos em comum: os investimentos em políticas populistas em detrimento de uma gestão responsável, queda de preferência da maioria e a perda da aura de pureza que antes era de propriedade da esquerda, que se provou ser qualquer coisa, menos ingênua e bondosa. “Creio que vale a pena seguir trabalhando. É necessário interpelar a sociedade quanto às políticas que lograram aumento da inclusão social e que estão se perdendo”, resumiu Cristina.

Em seguida, Dilma, em mais um momento de loucura e irresponsabilidade,  defendeu eleições presidenciais diretas e a taxação sobre grandes fortunas e sobre lucros e dividendos, como base de uma reforma tributária, que torna-se, a partir de agora, principal programa da oposição ao atual governo de Michel Temer.

A presidente que foi tirada pelo impeachment usou exemplos que não estão alinhados com a verdade, tampouco com a realidade para provar seus argumentos. “Quando um integrante do aparelho do Judiciário diz: ‘eu tenho convicções, não tenho provas’ (frase que, supostamente tinha sido falado por Deltan Dallagnol, e depois provou ser falsa), ou quando jovens que ocupam escolas e universidades são reprimidos pela polícia (sobre os baderneiros que invadiram as escolas pelo país) há uma espécie de Estado de exceção. Há um processo de golpe dentro do golpe, para provocar eleição indireta.”

Para a petista, o projeto vai muito além de um combate político . Ela acredita que Lula é vítima de uma perseguição e que “o objetivo é completar o trabalho de FHC, que não conseguiu naquele momento vender a Petrobras, privatizar a Eletrobras, acabar com os direitos sociais, virando a página do Getúlio – o que significa atacar a CLT e as empresas estatais, além de garantir que a maior peça para se fazer política em qualquer país do mundo, o orçamento, seja engessado.”

Dilma conclui que “nesses 13 anos e meio demos um pequeno passo, valoroso, mas insuficiente. Galgamos o primeiro degrau nesse processo de combate à exclusão social. Nós atacamos a distribuição de renda, mas de maneira alguma conseguimos tratar a distribuição da riqueza, que continuou concentrada em nosso país. Essa era a segunda etapa desse processo, que seria e será o nosso programa daqui para frente”, esquecendo os diversos indicadores negativos que pesam sob a gestão petista além do grande volume de evidências de crimes.

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