ONU, Banco Mundial e movimentos de extrema-esquerda querem ver o Brasil amargar em crise. Há algo de podre aí…

por Baltazar Soares

Já sabemos que alguns bilionários investem em movimentos de extrema-esquerda a nível internacional, sendo um deles o mais conhecido, George Soros. O sujeito financia grupos como Mídia Ninja, Agência Pública e até o Instituto Fernando Henrique Cardoso. É o mesmo que investiu pesado na campanha de Hillary Clinton e que apoiou o PT no Brasil, ou que atuou fortemente contra o Brexit.

Figuras poderosas como Soros já foram ligadas ao Banco Mundial, muitos ainda são. Hoje, Claudia Costin, diretora global de Educação do Banco Mundial, afirmou que os impactos da PEC 55 serão “danosos às futuras gerações” de alunos e que “o Brasil continuará com o desastre educacional que tem hoje.” Na semana passada, a ONU também mentiu afirmando que a PEC irá “violar direitos humanos”, o que não passa de um completo disparate.

Uma coisa que não dá para entender é como a ONU fica em completo silêncio quando se trata de cuidar de coisas que são de sua alçada, como o conflito na Síria, ou as violações de Direitos Humanos que realmente acontecem na Venezuela, ou mesmo os 60 mil homicídios anuais no Brasil, mas ousa se intrometer em uma medida que pretende restabelecer a ordem econômica em um país com proporções continentais.

O Banco Mundial, idem. Calou-se diante da crise que foi estabelecida aqui pelo PT, ficou em silêncio diante das manobras da ex-presidente Dilma, que deliberadamente enganou milhões de brasileiros em sua campanha eleitoral, mas agora resolve se manifestar a respeito de um tema que não é de sua competência.

Para começo de conversa, insistem na narrativa extremo-esquerdista de que a PEC irá “congelar investimentos”, uma mentira que pode ser constatada pela simples leitura do texto do PEC, que nem mesmo estipula um teto para saúde e educação, mas apenas um piso. Inclusive, como já foi comprovado e publicado aqui mesmo, caso a PEC seja aprovada os investimentos em educação e saúde serão maiores do que seriam se ela não fosse aprovada.

Resta saber, no momento, o que o Banco Mundial, a ONU e os grupos de extrema-esquerda aqui do Brasil têm a ganhar com um país falido financeiramente. O que eles querem? Querem ver o povo sangrar até morrer?

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Um comentário sobre “ONU, Banco Mundial e movimentos de extrema-esquerda querem ver o Brasil amargar em crise. Há algo de podre aí…

  1. O povo sangrar até morrer talvez não seja propriamente um objetivo, mas manter o povo na ignorância, na “libertinagem libertadora”, na luta pela sobrevivência, permite a exploração mais efetiva dos verdadeiros recursos econômicos de um país. É realmente enojante ver essas manifestações tendenciosas e oportunistas de entidades que deveriam ser isentas e equilibradas.

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