Ex-ministro de Dilma, Wagner chegou a ganhar relógio de 25 mil dólares em propina

A delação do lobista da Odebrecht, Claudio Melo Filho, ajuda a iluminar a relação próxima entre o esquema Petrolão – os desvios bilionários na Petrobrás – e os governos petistas.

Jaques Wagner, ex-ministro e fiel aliado de Dilma, teve um grande espaço no depoimento dado à força-tarefa da Lava Jato. Segundo o delator, os agrados ao politico baiano foram de propinas a relógios caríssimos, incluindo um Rolex de 25 mil dólares.

Ainda de acordo com Melo Filho, o ex-­ministro da Casa Civil de Dilma recebeu 3 milhões de reais, “de forma oficial e via caixa dois”, em 2006, quando venceu a disputa pelo governo da Bahia. Entre agosto de 2010 e março de 2011, o departamento de propina da Odebrecht repassou 7,5 milhões de reais ao petista, em dez parcelas.

Jaques Wagner ganhava presentes caríssimos da Odebrecht, mas também sabia retribuir, diz delator.

 

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