Dilma e Lula vão chorar por ditador ao invés de prestarem solidariedade aos familiares das vítimas do voo da Chapecoense

Por Renzo Brickman, Jornalivre

Os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff voaram até a ilha de Cuba para participar das cerimonias fúnebres do ditador Fidel Castro, morto no último fim de semana. Apesar de governar a ilha por mais de quarenta anos perseguindo opositores, homossexuais, evangélicos, católicos, deficientes, praticantes de religiões de matriz africana e até mesmo grupos de rock, o ditador foi descrito por Lula e Dilma como “exemplo de herói da democracia”.

Mais irônico ainda foi o fato de que ao invés de se juntarem aos familiares enlutados das vítimas do desastre com o voo da Lamia, que tirou a vida de jornalistas, atletas e comissão técnica do time da Chapecoense, os petistas preferiram visitar Cuba e participar das homenagens públicas ao ditador morto.

O mínimo que se espera de quem se diz tão próximo e tão preocupado com o povo é que se manifestasse alguma solidariedade. Mas isso não aconteceu. Em vez disso, os petistas preferiram criticar o presidente Michel Temer por ele ter comparecido ao estádio Arena Condá, em Chapecó.

 

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