A remoção da Venezuela do Mercosul é uma vitória contra o perverso socialismo

por Baltazar Soares

Ontem, quinta-feira, a Venezuela foi finalmente removida do Mercosul. O governo do ditador Maduro havia sido alertado sobre isso há meses, quando José Serra, Maurício Macri e Horácio Cartes declararam guerra moral ao bolivarianismo.

Muitos são contra o próprio Mercosul em si, alegando que o bloco sequer deveria existir. No entanto, ele existe. É absolutamente inaceitável que se aceite como algo normal uma ditadura perversa, socialista e em grave crise, fazendo parte de um grande acordo comercial entre nações democráticas.

O Brasil se livrou de Dilma, uma presidente com inclinações totalitárias. A Argentina se livrou de Kirchner, uma presidente que tinha claro interesse promover uma ditadura. A Venezuela, infelizmente, não teve a mesma sorte. Hoje o país enfrenta crise econômica e humanitária, passa por uma ditadura e vive seu pior período em décadas.

Maduro é acusado de diversas violações de direitos humanos, as pessoas não conseguem comprar comida ou remédios a ponto de atravessarem a fronteira com a Colômbia para poderem sobreviver. Aliás, a fronteira é vigiada, e pessoas já foram assassinadas pelo exército a mando do governo por terem tentado fugir do terror vermelho.

Ser removida do Mercosul é pouco. A Venezuela precisa de faxina urgente.

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