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Para José Roberto Toledo, “Pesadelo do PT só começou”

O jornalista e analista José Roberto Toledo comenta em sua coluna no Estadão que o processo de decadência do Partido dos Trabalhadores é irreversível e fatal, mas que está longe de seu término. Para ele, o derretimento inédito da representação do partido espanta qualquer chance de recuperação, já que é algo inédito na política brasileira. “Nenhum grande partido brasileiro sofreu uma queda tão abrupta de sua base municipal desde o advento do pluripartidarismo”, lembra Roberto.

“Serão 384 prefeitos a menos para fazer campanha para os atuais 58 deputados federais petistas. Em nenhum Estado eles terão reeleição fácil, mas a tarefa deverá ser ainda mais difícil em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso do Sul, por exemplo, onde o partido perdeu proporcionalmente mais prefeitos”, avalia o jornalista. Outro estado em que os petistas não terão vida fácil é Roraima. Tanto lá quanto no Mato Grosso do Sul, os petistas não conseguiram eleger nenhum prefeito.

O PT conseguiu obter uma votação 60% menor do que em 2012, perdendo a mesma proporção de prefeituras. A saída foi se aliar com os considerados “golpistas” em alguns municípios. Ao se juntar a partidos como DEM, PSDB e PMDB, o partido acabou ferindo de morte a narrativa do golpe, perdendo ainda mais credibilidade. Para aumentar ainda mais o repúdio do eleitor, vem a delação da Odebrecht, que deve dinamitar o que resta da base do partido.

Leia o artigo de José Roberto Toledo aqui.

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