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Kátia Abreu diz que “é preciso rachar” a conta das despesas públicas, mas por que seu governo ao lado de Dilma não fez isso?

por Baltazar Soares

Ao criticar a PEC anti-pedaladas (241, agora PEC 55 no Senado), a senadora Kátia Abreu, que foi ministra de Dilma Rousseff, alegou que o governo tem que “rachar as despesas”.

“Se diminuíssemos um ponto percentual dessa despesa teríamos em caixa R$ 60 bilhões a mais por ano. Por que não mexemos nesse vespeiro? Porque o lobby vem pesado. É mais fácil atingir os silenciosos, que não sobem a rampa do Planalto nem do Congresso”, criticou

Curiosa essa forma de falar no assunto tirando o corpo fora, como se ela própria não fizesse parte do governo anterior, ou como se ela própria não estivesse no partido do atual governo. Além da hipocrisia, há também a mentira, já que Kátia repete o discurso teimoso da extrema-esquerda que diz que a educação e a saúde vão ter seus investimentos congelados durante 20 anos.

Pura mentira, é claro! A PEC sequer estipula um teto para as áreas de educação e saúde, ela estipula apenas um piso. Este piso, inclusive, pode aumentar conforme estejam em ordem as finanças do país. Com uma economia estável os investimentos na área podem vir a ser significativamente maiores.

Ademais, se Kátia Abreu quer “dividir a conta”, o que a impede de dar o exemplo?

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