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Tema de redação do ENEM abriu surto de intolerância religiosa da extrema-esquerda contra evangélicos

Primeiro foram os apoiadores do PSOL xingando pessoas pobres por não terem votado em Marcelo Freixo, o que também aconteceu em São Paulo, quando as periferias votaram em Dória no primeiro turno. Agora os extremistas aproveitaram o tema da redação do ENEM, que era justamente sobre como combater a intolerância religiosa, para destilar ódio contra pessoas evangélicas nas redes sociais.

O comentário mais curtido na página do MEC até o momento, feito por Érique Castro, mestrando da USP (Universidade de São Paulo), diz que “tirando esse congresso conservador já é um bom caminho”, como se o Congresso brasileiro fosse majoritariamente conservador (o que não é verdade) e como se estes não tivessem direito de representação democrática.

Outro comentário, de João Pedro, que se identifica como “engenheiro de memes”, diz que “o primeiro passo (para combater a intolerância religiosa) é tirar a bancada evangélica que influencia nas decisões do estado laico”, como se os evangélicos fossem seres inferiores, desprovidos de necessidade de representação democrática,.

Mestrando na USP e "fabricante de memes" mostram a "tolerância" religiosa da esquerda

Outros comentários na página do MEC foram na mesma linha dos principais, veja alguns:
Estudante da UFBA e tenor do Coral de Música do Guarujá mostram a "tolerância" religiosa da esquerda

9 comentários sobre “Tema de redação do ENEM abriu surto de intolerância religiosa da extrema-esquerda contra evangélicos

  1. Percebe-se que no Brasil a intolerância religiosa se dá, não dos religiosos aos religiosos, mas dos regiliosos cristãos protestantes fanáticos aos outros seguimentos religiosos.

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    1. Errado, Mala sem alça!
      A discriminação religiosa no Brasil é reciproca. Isto é, há discriminação de todos contra todos. Não venha dizer mentiras, afirmando que é só de religiosos cristãos contra os demais!
      Nenhum grupo religioso se salva desse erro.

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    2. Quem era estudante nos anos 80, com certeza vai lembrar de alguma aluna evangélica que era hostilizada por suas saias longas e seus longos cabelos, mas isso não é intolerância né, chamar de crente do c* quente é apenas uma brincadeirinha infantil crianças felizes , tem problema não, mas se for com outras religiões , ah, aí sim é crime, pois evangélico bom é evangélico amordaçado dentro da igreja.

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      1. Elisabete Correia,

        Vivi isso pessoalmente, quando era criança e adolescente. Tudo isso que você disse. “Crente do c* quente” era o bullying mais recorrente. E, é terrível saber que isso era incentivado pelos pais e líderes religiosos.
        Conheço histórias verídicas no Nordeste, de evangélicos que sofriam agressões físicas graves e até morte, como me relatou um idoso sobre sua irmã.
        Derrubadas de templos evangélicos, era comum em muitos desses rincões Brasil afora.
        Por essa razão, repudio alguns grupos de fanáticos, que se nominam de evangélicos, mas que praticam agressões, ainda que verbais, como já vimos, por parte da IURD, por exemplo, copiando exatamente o péssimo exemplo de uma igreja medieval, que queimou pessoas na fogueira e outras aberrações. Tudo diferente do que Jesus Cristo pregou.

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  2. Intolerância religiosa onde??? Começa falando a verdade, afinal, um Estado LAICO não deve tender a nenhum lado religioso (Deus é Fiel no dinheiro, bancada evangélica, crucifixo na Câmara ou em qualquer outros órgãos do governo), e se o faz, deve fazer o mesmo para todas religiões, se não é intolerância religiosa por parte do Estado. E outro ponto, como você, um “jornal sério” (afinal, jornalismo de verdade apenas informa de maneira imparcial as noticias), define quem ou o que é extrema esquerda baseado em comentários que apresentam uma verdade? Isso sim é destilar o ódio; primeiro por estar publicando de maneira pejorativa o perfil e imagens dessas pessoas; segundo por usar de falácias para dizer que estes estão sendo intolerantes. Que matéria mal escrita e prepotente, ridículo…

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    1. Se você até agora não entende o PSol, como sendo de extrema esquerda, com a postura de completa intolerância de seus líderes e consequentemente de sua militância, contra quem pensa diferente, então, tenho certeza que ninguém vai convencê-lo disso.
      É o mesmo que um fanático religioso não aceitar ser chamado de intolerante e radical. Entendeu, ou que precisa desenhar?

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