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Alunos do Rio Grande do Sul entram na Justiça contra invasores

Alunos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul protocolaram uma ação no Ministério Público Federal contra as invasões nas dependências da universidade. Os alunos solicitam à Brigada Militar que atue na desocupação imediata dos prédios.

Os alunos alegam no pedido os prejuízos sofridos com as obstruções nos cursos de Letras, Biologia Marinha, Bacharelado Interdisciplinar, Educação no Campo, Pedagogia, Filosofia, Ciências Sociais, História, Arquitetura, Design, Psicologia, Fonoaudiologia, Serviço Social, Jornalismo, Publicidade, Relações Públicas, Biblioteconomia, Museologia, Arquivologia e Políticas Públicas.

Na justificativa, os estudante mencionam a Constituição e o Código Penal para lembrar que alunos não têm direito a greve, já que não trabalham, e que as manifestações são garantidas apenas dentro dos limites da lei. Eles lembram que o movimento fere o direito a educação previsto na Constituição Federal, além de incorrer nos crimes de esbulho possessório (invasão de terreno alheio), associação criminosa, dano ao erário da UFRGS e incitação ao crime por redes sociais. Eles cobram também a reitoria, que pode ser responsabilizada por negligência caso não tome providencias contra os invasores.

Líder das invasões, Fabiana Lontra desqualificou as denúncias afirmando que “são apenas tentativas de desqualificar o movimento vindas de alunos ligados à direita”. No entanto, a Constituição garante não só o direito de ir e vir como também o direito ao ensino. As manifestações são garantidas desde que com caráter pacífico, em local previamente comunicado com as autoridades e sem impedir os direitos de quem é contrário ao movimento.

8 comentários sobre “Alunos do Rio Grande do Sul entram na Justiça contra invasores

  1. É isso mesmo, a maioria nem sabe direito o que faz lá, nem leram a PEC, estão lá de ouvir dizer, só sabem repetir os mantras que lhes foram incutidos por lideranças de esquerda que não estão nem ai com a educação.
    A lei, a democracia e a vontade da maioria tem que prevalecer.
    Passou da hora de acabar com esses abusos, o povo não pode ser refem de uma minoria com princípios e valores distorcidos.

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  2. Acho que a melhor solução é um abaixo assinado com professores e alunos de cada entidade ocupada comprovando uma maioria contraria a ocupação, com estes documentos em mãos derrubem totalmente a legitimidade do movimento, calem a boca dos vermelhos e exijam a desocupação, assim não terá mimimi de golpe da direita depois. Eles estão organizados quem é contra deve se organizar também, simples e fácil.

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  3. Coerente um movimento “apartidário” alegar desqualificação por alunos ligados a direita o que se pode inferir então, é que o movimento é de… oh! Surpresa! De esquerda.

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  4. A escola pública é de todos. Quem sustenta a escola somos nós trabalhadores. portanto, a escola não é dos alunos e sim do povo. O estudante que quiser se manifestar, que vá para a rua, carregue faixas e bandeiras. Mas nunca deveria ocupar a escola, que não é lugar para fazer protesto político. Qnto mais carente o povo, mais deve estudar para mudar a realidade. Ocupar escola é uma bobagem que só prejudica os alunos que querem um futuro melhor. #seliga

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  5. Na minha opinião , cabe à justiça brasileira agir rapidamente ,colocando seguranças da polícia nas escolas até que seja solucionado esse caos! O Sr: Presidente,Sr:Ministro da educação ,isso é compromisso de vocês !Os Professores ,Pais e Alunos estão indignados com a situação de transtorno,,!!!

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