mariaeduarda

Coordenadora do MBL de Florianópolis é vítima de agressão em escola por sua posição política

Maria Eduarda Bernardo, coordenadora do MBL de Florianópolis (SC) foi vítima de uma agressão. O relato está a seguir:

Na terça-feira (01/11/2016) eu estava na aula do Ênio (sociologia) quando os ocupantes da reitoria colocaram um som muito alto, tão alto a ponto de atrapalhar minha concentração e de demais colegas na aula. Desta forma, saí da sala e conversei com o guarda, pedindo para que ele solicitasse aos ocupantes um pouco mais de respeito para que abaixassem o som, o que aconteceu foi que eles aumentaram ainda mais e começaram com o deboche. Por conta disto, peguei meu celular e filmei pouco mais do que 15s, até que 3 (três) homens e 1 (uma) mulher subiram até onde eu estava (na frente do banheiro próximo ao corredor de Adm. Pública, um destes homens veio até a mim perguntando “você que é a Maria Eduarda Bernardo?” Confirmei dizendo que sim, era eu, e ele muito alterado disse “fora da UDESC tu fica ligada, fora daqui não tem regra” e saiu, os outros 2 (dois) homens e 1 (uma) mulher ficaram falando que eu era fascista, e rindo de mim, mas depois saíram e voltaram para ocupação.

Fiquei onde eu estava conversando com o guarda, que foi super. atencioso e me explicava que ele não poderia reagir tocando nos alunos da universidade quando chega cerca de 20 (vinte) mulheres falando que eu era racista e conversando, mas começaram a se exaltar gritando e sendo agressivas, foi onde eu falei que eu estava sendo vítima de racismo naquele instante, já que por eu ser do MBL e branca elas supuseram que eu era racista, fascista e que eu tinha privilégios apenas pelo meu tom de pele, depois disto ainda muito exaltadas um colega meu  viu que eu estava em apuros e teve a ideia de falar que o professor estava fazendo chamada, desta forma me refugiei dentro da sala, mas como o tempo passava e eu não havia voltado, elas abriram a porta para se certificarem que o professor estava na sala, pois se não estivesse iriam adentrar. Enquanto isto, um dos meus colegas saiu para verificar, foi quando ele voltou assustado dizendo que elas estavam falando que iam me bater. Eu liguei para polícia e não me deram ouvidos, então liguei para alguns amigos para me buscarem. Quando uma amiga minha chegou na porta para me buscar, uma garota que eu não conheço, mas que estava com uma bota cirúrgica e muleta disse “caso você precise de ajuda irei lhe ajudar, pois escutei elas falando que iam te espancar.”, e as duas me ajudaram a sair dali junto com o apoio dos seguranças. Ao entrar no carro, uma mulher disse que o pró-reitor Matheus estava a caminho para conversar, mas que era para eu fechar os vidros do carro e estacionar longe dali por conta da movimentação de pessoas.

Quando o Matheus chegou ele comentou que iria entrar com uma medida disciplinar contra os alunos ocupantes e que era para eu entrar em contato com o mesmo, mas para a minha surpresa, ao sair dali 2 (dois) amigos meus foram entrar em contato com ele pessoalmente, e foi quando ele disse que as garotas falaram que eu as ameacei e fui racista (o que jamais aconteceu, elas querem apenas me prejudicar por eu ser do Movimento Brasil Livre, tentando reverter a situação a favor delas).

Infelizmente durante esta ocupação estou com muito medo. Medo de frequentar a Universidade por saber que os seguranças não podem fazer muito por mim, sendo que os ocupantes já deixaram bem claro o tom de agressividade deles comigo. É uma pena que eu tenha medo de frequentar o local que deveria ser para a construção de pensamentos, todos com debates francos e civilizados, e não um local agressivo como se tornou.

Entrei em contato com o advogado, e irei entrar o quanto antes com um documento que peça o zelo pela minha segurança.

Maria Eduarda enviou o B.O. à redação.

As milícias de extrema esquerda estão se tornando cada vez mais agressivas, o que requer ainda mais mobilização.

11 comentários sobre “Coordenadora do MBL de Florianópolis é vítima de agressão em escola por sua posição política

  1. e o desespero de ver que estao perdendo todo o poder que tinham ,e as eleicoes mostraram que o povo nao quer saber , mas da esquerda pois e um projeto facrassado ,por isso estao apelando para a violencia facista , e o que sabem fazer ,pois nao tem argumentos.

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  2. O Petismo se Infiltra em todos lugares possíveis.  

    Dispõem as coisas com o fim já preconcebido — por em cenas narrativas — e, a todo momento, a hipótese de  algum senador-deputado do PT (e satélites), — ou alunos de escolas invadidas –, como fizeram essa semana em Curitiba,  utilizar-se de  auto mise-en-scène [auto-mise-en-scène = poderoso conceito de documentaristas franceses]. 

    O PT sempre desejando a eterna propaganda & publicidade. Patrulhamento Ideológico. Nas escolas,  nas uni-versidades, nos bótons, no teatro, em blogs, nos ‘artistas’, nos pseudo-intelectuais, nos cartazes nas ruas. 

    Utilizaram agora há pouco — e não de maneira espontânea e criativa, mas tudo com cálculo frio e truculento —  até o espaço das Olimpíadas para divulgar sua ideologia (o tal de “Fora Temer”), utilizando cartazes e seus militantes aglomerados. Nada natural e espontâneo… Tudo de caso pensado com enorme antecedência.

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  3. Eles estão ficando cada vez mais agressivos por que não estão sofrendo resistência nem punição. Estão fazendo o que querem sem serem combatidos. Atitudes mais firmes, porém sem violência, devem partir das autoridades e das instituições cabíveis. Se não forem afrontados, suas atitudes tenderão a piorar. Já estão partindo para agressão, e logo chegarão às vias de fato. Sem contar que aumentarão as invasões, prejudicando cada vez mais os alunos que realmente querem estudar. Algo precisa ser feito com urgência, pois a situação está ficando cada vez mais perigosa, e os alunos estão correndo risco de serem agredidos. A sociedade precisa zelar pela integridade física, emocional e moral deles, afinal o que os invasores estão fazendo é cercear o direito deles de circularem nos locais, que são públicos, e acima de tudo, adquiriram o direito de frequentar. Mais firmeza e urgência autoridades.

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  4. Só falo uma coisa, o diálogo e a argumentação acabou para esses insetos.
    Chama o a polícia Militar e “mete a lenha” nesses guri mimado(removendo eles através de “paulada”).

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  5. Esses esquerdopatas são terroristas, mas os dias deles está chegando ao fim, seram defenestrados e tratados como bandidos que são, se um filho de rapariga por o focinho comigo ,vai acontecer o que aconteceu com um petista metido a reacionário, ficou com o focinho quebrado!

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