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Em abril, escola invadida já havia sido assaltada no Rio de Janeiro

Publicamos há poucos minutos o caso do Colégio Estadual Juscelino Kubitschek, em São José dos Pinhais – PR, que foi assaltado por três homens armados na noite de ontem, terça. Neste caso os assaltantes entraram na escola, que estava sob o controle dos invasores ligados a militância política do PSOL, renderam cerca de 30 alunos e levaram seus pertences de valor.

Em abril já tinha ocorrido caso semelhante em Cabo Frio, na Região dos Lagos – RJ. O Colégio Estadual Miguel Couto, que tinha sido invadido no dia 19 daquele mês, foi palco para um assalto poucos dias depois. Na sexta-feira daquela semana, 22 de abril, dois homens entraram na instituição à noite, rendendo os alunos lá presentes e levando pertences de pelo menos três deles.

Em nota enviada ao G1, que noticiou o caso em 24 de abril, a Secretaria Estadual de Educação informou que “não pode chamar a polícia para investigar o assalto ao Colégio Estadual Miguel Couto” já que a escola está “ocupada por estudantes e grevistas, que não permitem a entrada dos investigadores.”

As escolas invadidas não são ambiente seguro. Que se saiba já ocorreram pelo menos dois assaltos, um homicídio, diversas agressões, uso de drogas pesadas e ainda há boatos de possíveis estupros. O poder público tem sido negligente com a situação.

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