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Morte de aluno em escola invadida é apenas mais um caso registrado de violência extremista

A triste notícia de que um jovem, um adolescente de apenas 16 anos, foi assassinado dentro de uma escola invadida pelos militantes em Curitiba, infelizmente não é o primeiro registro da violência da extrema-esquerda. E pior: pode não ser o último.

Na semana passada noticiamos aqui o caso do Arthur, do canal Mamãe Falei, que ficou conhecido por fazer vídeos em que entrevista manifestantes para testar seu conhecimento. Ele e outro membro do MBL foram até uma das escolas invadidas no Paraná para fazer isso, e lá chegando foram violentamente agredidos e hostilizados.

Depois, para tentar justificar as agressões, alguns militantes de extrema-esquerda inventaram uma acusação de estupro contra Arthur, algo que simplesmente não aconteceu.

Ainda ontem, no começo do dia, foi noticiado aqui também o caso de um professor que foi espancado por militantes na Universidade Federal de Ponta Grossa.

A situação é realmente muito triste. Estes movimentos têm usado estudantes, garotos e garotas leigos sobre o que está ocorrendo no país, a fim de atender suas próprias demandas políticas. Estão colocando interesses de partidos na frente de vidas humanas, incitando jovens a agirem com violência, com truculência.

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