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Conselho Tutelar de Londrina negligenciou denúncia sobre uso de drogas em escola invadido e proibiu membros do MBL de visitarem o local

Uma decisão do Conselho Tutelar de Londrina, que foi tomada antes do caso do adolescente morto no Paraná, foi completamente negligente com denúncias sobre uso de drogas dentro de duas escolas públicas da cidade. As duas escolas estão invadidas pelos movimentos de extrema-esquerda.

Como se vivéssemos na idade da pedra, o Conselho Tutelar decidiu proibir Renan Santos e Filipe Barros, ambos do MBL, de entrarem no local, mesmo acompanhados de pais de alunos: o Colégio Aplicação e o Colégio Barão de Rio Branco. A alegação foi que a presença no local era definida pela “soberania da assembleia” dos invasores, algo que não está previsto na Constituição.

Aparentemente o Conselho Tutelar está mais interessado em fazer política e atender pautas ideológicas do que proteger a saúde ou a vida de jovens imaturos que são usados como ferramenta por partidos políticos.

 

Um comentário sobre “Conselho Tutelar de Londrina negligenciou denúncia sobre uso de drogas em escola invadido e proibiu membros do MBL de visitarem o local

  1. Quando o conselho tutelar tem autoridade, capacidade, para restringir direito de ir, vir e permanecer de um indivíduo, é direito constitucional. O MP do Paraná não fará nada?

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