Empreiteiras financiaram documentários do jornalista totalitário Franklin Martins

Hoje foram descobertos emails trocados por Clara Ant e Mônica Monteiro como parte da coletânea obtida pela Lava Jato e divulgada pelo Antagonista: as duas conversam sobre a produção de um vídeo “com as conquistas do PT”, para ser divulgado durante viagem de Lula à África.

Ant enviou a Mônica o link de uma palestra de Tereza Campello com os itens que, segundo a diretora do Instituto Lula, deveriam constar do vídeo.

Lula havia visitado Nigéria, Benin, Gana e Guiné Equatorial naquele mês. Como cicerone, ele teve como cicerone o próprio Franklin Martins, que ocupava o cargo de conselheiro do Instituto Lula para o continente africano.

Martins coordenou uma série de documentários intitulada “Presidentes Africanos”.

Ainda de acordo com o Antagonista, foram 15 episódios de 52 minutos patrocinados pelas empreiteiras OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão, todas investigadas na Lava Jato.Teve dinheiro também da Vale e da CNI, e pelo lado africano da Fundação Joaquim Chissano, do ex-presidente de Moçambique e da Politécnica, um instituto moçambicano.

Lula chegou a ligar duas vezes para o presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, para ele desse uma entrevista a Franklin.

Os nomes dos patrocinadores estão no final do trailer:

Franklin Martins é conhecido por ser defensor radical de censura à mídia, narrada pela extrema-esquerda como “democratização de meios de comunicação”.

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