6 das 10 profissões mais bem pagas do país são a “elite” do funcionalismo público

A chamada ‘elite’ do funcionalismo público, que inclui cargos como promotores, procuradores, carreiristas da Receita Federal, etc., estão entre as seis profissões mais bem remuneradas do país. A pesquisa que aponta isso foi feita pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas.

O pesquisador José Roberto Afonso, do Ibre/FGV, se pautou em números oficiais das declarações de Imposto de Renda.

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 A categoria recordista em ganhos é o titular de cartório, atividade híbrida entre o público e o privado. Na média, o rendimento anual apresentado na declaração do imposto de renda do dono de cartório fica em R$ 1,1 milhão. Um detalhe que impressiona é o nível de concentração de riqueza nessa camada.

Promotores e procuradores do Ministério Público ganham anualmente, em média, quase R$ 530 mil. Juízes e integrantes dos tribunais de contas, mais de R$ 512 mil. Diplomatas, R$ 332 mil, na média, por ano.

A pesquisa não incluiu os cargos políticos, tais como deputados, assessores, senadores, etc. Se incluísse, certamente estas seriam profissões no topo da pirâmide.

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