“Instituto Lula anda mais deserto que enterro de indigente”, diz Augusto Nunes

O jornalista Augusto Nunes apontou um fato curioso em seu blog: o Instituto Lula virou um deserto após o avanço da Operação Lava Jato. Desde que as operações começaram, não houveram mais palestras, nem projetos ou eventos. Para o jornalista, “está mais deserto que enterro de indigente”.

“O Instituto Lula anda mais deserto que enterro de indigente. Os empresários que patrocinavam o camelô de empreiteiras disfarçado de palestrante estão na cadeia ou usando tornozeleiras. Também se evaporou a fila de reitores interessados em transformar em doutor honoris causa o Exterminador do Plural que nunca leu um livro nem aprendeu a escrever. E os candidatos que faziam o diabo para enfeitar o palanque com o campeão de votos hoje fogem de Lula como o diabo da cruz.”

O jornalista também ironizou as recentes investidas da justiça contra o petista, que está cada vez mais próximo de Curitiba.

“Como até Dilma Rousseff tem mais coisas a fazer, o réu da Lava Jato dispõe de todo o tempo do mundo para conversar com os advogados que todo santo dia dão as caras por lá. O ex-presidente que não é visitado por ninguém acorda e dorme sonhando com algum milagre capaz de livrá-lo da visita à República de Curitiba ─ e com a algum álibi que torne menos penosa a visita ao juiz Sergio Moro. Não vai conseguir nem uma coisa nem outra.

O que já estava muito ruim ficou bem pior nesta semana. O acervo de maracutaias envolvendo o chefão foi ampliado com negociatas produzidas em parceria com seu sobrinho Taiguara Rodrigues. Há poucas horas, o ministro Teori Zavascki anexou o ex-presidente ao balaio dos indiciados no Quadrilhão.”

O texto de Augusto Nunes pode ser lido na íntegra aqui.

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