Haddad foi o petista mais rejeitado da história de São Paulo

O maior recorde de Fernando Haddad, sem sombra de dúvidas, foi sua elevada rejeição. O ainda prefeito de São Paulo foi, historicamente, o prefeito mais odiado pela própria população, e isso se prova pelos números.

Na história do PT na cidade, até este último domingo a pior votação tinha sido a de Eduardo Suplicy, em 1992. O agora vereador eleito e ex-senador, contudo, atingiu 19,75%, e isso considerando que na ocasião ele não era prefeito, não tinha a máquina na mão para uma reeleição. Haddad, mesmo com muito dinheiro e muita influência, conseguiu apenas 16,7%.

Os petistas paulistanos, de fato, criaram em Haddad um estigma perigoso. O prefeito desde o começo de sua gestão governou para as elites intelectuais da cidade, apostando naquilo que agradasse justamente a claque universitária de extrema-esquerda a qual pertence. Foi por isso que abusou nas ciclofaixas, reduziu a velocidade das marginais e investiu pesado numa indústria de multas.

A periferia de São Paulo votou em peso contra ele, feito que Suplicy jamais teria conseguido.

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