Presidente comunista da UNE não passa dos 6,6% em Santos, e deixa campanha fracassada com dívidas

Carina Vitral está entre os nomes da extrema-esquerda que fracassaram em suas pretensões eleitorais nas eleições de ontem. Carina foi apresentada pelo Partido Comunista do Brasil como uma aposta de renovação, mas obteve apenas 6,61% dos votos válidos – 14.650 no total. O prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) foi reeleito com 77,74%, (172.215 votos).

O fracasso de Carina tem dimensões astronômicas: a presidente da UNE contou com o empenho pessoal do ex-presidente Lula, além de ter investido na estratégia da falsa narrativa do golpe e da suposta “defesa da democracia e justiça social”.

Pesaram contra Carina os protestos em prol da ex-presidente Dilma Rousseff (quando chamou o impeachment de golpe), além da defesa incondicional que a UNE fez do PT e de Lula. Na condição de presidente da UNE, Carina apareceu ao lado do ex-presidente Lula em seus atos contra o Ministério Público Federal, Operação Lava Jato e o juiz Sérgio Moro. Carina também é apoiadora do regime bolivariano de Nicolas Maduro, com quem se encontrou após o massacre de estudantes ano passado.

Outros fatores que podem ter influenciado a repulsa do eleitorado foram as polêmicas manobras da UNE junto ao Congresso, em que Carina e o governador comunista Flavio Dino articularam com o presidente interino Waldir Maranhão (aliado de Eduardo Cunha) para driblar a CPI da UNE. A proposta de CPI pretende investigar os gastos milionários da construção da sede da entidade, além de esclarecer o destino de verbas públicas direcionadas à organização pelos ministérios da Educação e Cultura.

Além da humilhação diante de uma derrota tão fragorosa diante de um oponente chamado de golpista (Carina havia feito várias declarações sobre como os eleitores puniriam os “golpistas nas urnas”), a comunista ainda deixa a campanha com dívidas. De acordo com sua prestação de contas à Justiça Eleitoral, a candidata de extrema-esquerda sai com dividas que somam R$ 120.333,23. Ao todo, a campanha custou R$ 385.529,38. Os maiores doadores de Carina foram seus pais, que doaram R$ 51.500. Somados com os R$ 96.595 doados pelo PCdoB e simpatizantes, a campanha arrecadou R$ 265.196,15.

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10 comentários sobre “Presidente comunista da UNE não passa dos 6,6% em Santos, e deixa campanha fracassada com dívidas

  1. Que essa cabeca oca da Carina Vitral vai fazer dinheiro de outra forma, Esse lixo Comunista puxa saco dos ladroes nao presta nem como lixo. Que vai pastar para sobreviver.

  2. Quem já teve a oportunidade de ouvir esta idiota sabe muito bem como anda o nível intelectual do universitário brasileiro na média. Não sei como Esta pequena imbecil chegou à presidência da UNE, uma instituição outrora seria e por onde já passaram nomes como os de José Bonifácio Coutinho Nogueira, José Serra, Roberto Gusmão, Roge Ferreira, Carlos Veloso, Lindbergh Farias (kkkkk), etc…
    Mas há muito tempo a UNE passou a ser apenas um braço político do PT e da esquerda mais radical que ainda sonha ver implantado um socialismo “moreno” aqui no Brasil.

  3. Pisei no solo Comunista Sovietico, pisei no solo Comunista da antiga Alemanha Oriental! Vi, com meus próprios olhos, o sofrimento de um povo escravo do Comunismo Nazi fascista! Meu Maior sonho: COMPARECER AO VELÓRIO DO CCOMUNISMO NO BRASIL! Não está longe! “Ele” respira com ajuda de aparelhos!😡Se flores tivesse, nem essas lhe daria!

  4. Moro em Santos e assisti as propagandas eleitorais gratuitas. Essa pessoa não mora neste planeta. Quanta abobrinha sai de sua boca. Vai morar na Venezuela tranqueira. Aqui nao tem lugar pra vc!

  5. Apesar da derrota, surpreende-me que mais de 14 mil alucinados tenham votado a favor. Não conheço a figura em causa, mas é difícil crer que alguém que defende a ideologia da esquerda, nesta altura do campeonato ainda consiga tantos votos.

  6. vai ter que rodar muito a bolsinha agora vagaba comunista kkkkkkk!!! é comunista? pq num doa essa grana pros pobres? não, pera… a agenda lenista garante que os lideres do partidão fiquem de boa no luxo capitalista.

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