Dilma, a fura-fila, tentou registrar voto, por fora da lei, mas foi proibida

Conforme o UOL, a chegada da golpista cassada Dilma Rousseff ao seu local de votação em Porto Alegre (RS) teve tumulto, uma vez que a legislação eleitoral proíbe registros de votos por pessoas que não ocupam cargos públicos. Mesmo assim, a bolivariana choramingou: “Acho um absurdo. Acho antidemocrático e indigno de uma democracia como a brasileira. Acho um absurdo impedir a imprensa de chegar aqui”, afirmou Dilma. “Eu sempre votei aqui, nunca houve isso. Nunca a Brigada [Militar] foi chamada, nunca fecharam as portas. É lamentável”, disse.

Na verdade, Dilma apenas foi tratada como cidadã comum, e, como tal, não pode transformar seu evento de votação em um show midiático. Mesmo tentando ser tratada de modo diferente do que os outros, ela ainda se saiu com essa: “Se sou uma cidadã comum, tenho muito orgulho disso. Há que se ter orgulho de ser cidadã neste país”.

O registro da votação de Dilma foi proibido pelo juiz Niwton Carpes da Silva, titular da 160ª zona eleitoral, cumprindo a lei que diz que a ex-presidente, como uma cidadã comum, não deve ter seu voto registrado.

“Registrar voto na urna é errado. Se outros ex-presidentes têm seus votos gravados, um erro não gera um precedente”, afirmou. Segundo o juiz, a imprensa teve um “comportamento de manada” que gerou reação por parte da Brigada Militar. O juiz também lembrou que a lei eleitoral proíbe manifestações políticas no dia da eleição – com exceção de manifestações individuais e solitárias.

Outros petistas causaram tumulto, como o candidato à prefeitura de Porto Alegre Raul Pont (PT), sua vice Silvana Conti e o ex-ministro Miguel Rossetto, que acompanhavam Dilma e não puderam acompanhá-la na votação. Daí protestaram, sem razão.

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