Extrema-esquerda persegue professora na UFABC

Conforme o UOL, no início do mês, a professora da UFABC registrou um B.O. contra um aluno que lhe enviou mensagens privadas em uma rede social com xingamentos e ameaça de morte.

Ela foi ameaçada após fazer uma publicação na Internet, na qual se posicionou contrária à decisão da UFABC em oferecer apoio psicológico e carro para os parentes e para a aluna de extrema-esquerda Deborah Gonçalves Fabri, que perdeu a visão de um olho após ser ferida durante um ato de vandalismo a favor do projeto totalitário do PT no Centro de São Paulo.

A professora expressou descontentamento com o “viés político-partidário em certas ações da UFABC”. Nantes comentou, em seu post, que o tratamento especial para a aluna só acontecia por ela “estar em ato contra o impeachment” e terminou afirmando que a jovem “não teria nenhuma assistência se tivesse se ferido em ato pró-impeachment”.

A UFABC é a única universidade federal na região do Grande ABC paulista. Conhecida como “Unilula”, a faculdade é considerada uma instituição completamente aparelhada pela extrema-esquerda.

O aluno comunista Raí Neres enviou uma mensagem privada para a professora a chamando de “ridícula, escória e cólera”. “É o pior que pode haver num ser humano”, acrescentou ele.

Usando as rotulagens fascistas e autoritárias da extrema-esquerda, Neres também escreveu que a docente era “racista, LGBTfóbica, fascista” e que ela precisava fazer terapia para tratar e resolver seus conflitos internos. “Um tumor social e, por isso, deve ser combatida de todas as formas e sem dúvidas nenhuma iremos combater (Sic)”, concluiu o texto.

Após ameaças, a professora encaminhou as mensagens para o reitor, o vice-reitor e para comissão de transgressões da UFABC. Ela também foi até a delegacia e, além de registrar a queixa, decidiu processar o aluno por ameaça, calúnia e difamação.

“Para combater um tumor, a gente quer matar o tumor. Ele diz que serei combatida de todas as formas e isso é uma ameaça que pode chegar à morte. Infâmia total dizer que sou racista e homofóbica. Se ele se desse ao trabalho de olhar minhas redes sociais, veria que sempre me manifestei contrária a todo e qualquer tipo de manifestação deste tipo”, afirmou a professora.

Nantes ainda enviou uma carta a todos os docentes e funcionários administrativos da universidade relatando o ocorrido com o estudante e reclamando ainda que, pela segunda vez, o muro do prédio onde mora havia sido pichado com uma foice e um martelo – um dos símbolos violentos do autoritarismo comunista.

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