Conheça a lista de candidatos do MBL censurados pelo PSOL

Em desrespeito à democracia, o PSOL decidiu agir de modo fascista para perseguir adversários políticos. No caso, iniciaram uma perseguição ao MBL – um dos principais organizadores das manifestações democráticas de rua pelo impeachment da bolivariana Dilma – e entraram com uma ação na justiça para que o site retire do ar toda a propaganda política para o candidato a vereador Fernando Holiday (DEM), no prazo de 24 hs.

O MBL executa um modelo de campanha inovador e de baixo custo, sem auxílio de verbas estatais. Exatamente por isso, se torna ainda mais antidemocrática a ação de censurar as propagandas privadas pelo partido.

O pedido de liminar foi protocolado no sábado (24), pelo candidato a vereador Todd Tomorrow, do PSOL, partido que é linha auxiliar do PT. O vereador demonstra seu revanchismo contra o MBL, ao declarar o seguinte: “É muito relevante para o momento atual observar que o movimento se contradiz por dizer inicialmente, que era apartidártio. Aliás, anti-partidário, pois eram contra todos. E agora estão se aliando, principalmente, a partidos conservadores, como PSDB, PSC e DEM”.

O fascismo se tornou conhecido pelo cerceamento à participação política de divergentes.

A lista dos candidatos apoiados pelo MBL está baixo:

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3 comentários sobre “Conheça a lista de candidatos do MBL censurados pelo PSOL

  1. A LEI VALE PRA TODOS. INCLUSIVE PARA OS AMIGOS DO REI!

    Dias atrás fizemos representação na Justiça Eleitoral contra o MBL, por fazer campanha em seu site e canal no Youtube para candidato a vereador em São Paulo. Essa conduta viola a Lei Eleitoral 9.504/97 – artigo 57-C, § 1º, inciso I, dispositivo esse incluído na reforma de 2009:

    Art. 57-C. Na internet, é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga.

    § 1o É vedada, ainda que gratuitamente, a veiculação de propaganda eleitoral na internet, em sítios:
    I – de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos;
    A liminar foi deferida, assim:

    “V I S T O S.
    Em exame preliminar, estão presentes os requisitos a ampararem o deferimento da liminar requerida.
    Verificando os documentos e a mídia encartada aos autos, constata-se que o primeiro requerido, candidato a um dos cargos de vereador neste município, veicula indiscutível propaganda eleitoral no sítio da representada, pessoa jurídica de direito privado, na rede mundial de computadores e em seu canal no youtube, o que é vedado pelo artigo 57-C, § 1º, inciso I, da Lei nº 9.504/97.
    Assim, DEFIRO a liminar para determinar a inibição da veiculação das propagandas eleitorais do primeiro representado no sítio eletrônico e no canal youtube da representada, identificadas na petição inicial, no prazo de vinte e quatro horas, sob pena de incidir preceito cominatório de R$ 2.000,00 por dia, sem prejuízo de outras medidas coercitivas que necessárias forem.
    Notifiquem-se os representados para, querendo, apresentar defesa no prazo de 48 horas, nos termos do artigo 8º, caput, da Resolução TSE º 23.367/09.
    Após, ao M. P. E. e tornem-me conclusos.
    Intimem-se.”

    Fiz a representação por entender que a campanha deve ser lícita e limpa. E em nome do equilíbrio de forças, sem uso de recursos privados de forma indireta.

    Essa lei existe assim desde 2009 e não foi alterada na recente “mini-reforma” do Sr. Eduardo Cunha, antigo aliado do MBL. O movimento que prega um país livre tem a obrigação de saber as normas eleitorais e cumpri-las.

    É o que queremos e pelo que vamos lutar: campanha dentro da lei e transparente.

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