Governo Temer quer menos escravos cubanos e mais profissionais livres para Mais Médicos

Conforme o blog do Noblat, o governo Temer pretende substituir 4 mil cubanos escravizados por brasileiros no programa Mais Médicos nos próximos três anos. Para tal, extinguiu a regra que impedia a vinda de formados em países com índice inferior a 1,8 médicos por mil habitantes somente no caso de brasileiros.

A partir dessa aposta, espera-se que os graduados na Bolívia e no Paraguai — antes barrados pela restrição — ocupem as vagas dos profissionais enviados por Cuba.

Com Temer, a bolsa subiu de R$ 10.570 para R$ 11.520, um reajuste de 9% que valerá a partir de janeiro de 2017. Foi o primeiro reajuste desde que o programa se iniciou em 2014.

Em relação à nova regra que permite a brasileiros formados em qualquer país ingressar no Mais Médicos, o ministro Ricardo Barros afirmou ter dialogado previamente com entidades médicas, que sempre demonstraram preocupação com a vinda de profissionais graduados em locais como Bolívia e Paraguai, devido à qualidade insuficiente de muitos cursos.

A razão é que o programa não exige que o médico passe pelo Revalida, exame de validação do diploma obtido no exterior.

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3 comentários sobre “Governo Temer quer menos escravos cubanos e mais profissionais livres para Mais Médicos

  1. É lamentável a situação destes médicos, está mais que claro, que não querem o comunismo ditador escravisante, como inspiram os políticos brasileiros de esquerda, para o povo brasileiro.

  2. Chega de folia! Além de sermos mal atendidos tiram empregos dos nossos profissionais e ainda são escravizados por Cuba. Não podemos concordar com tamanho absurdo. Eles que paguem o porto de Mariel primeiro e que devolvam o dinheiro roubado de seus compatriotas.

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