Moro demonstra que Okamotto se incriminou sozinho

Como lembra o Antagonista, em despacho desta terça (20), Moro ressaltou que Paulo Okamotto se incriminou ao tentar obter um habeas corpus preventivo no TRF4. O pedido foi rejeitado. Nele, Okamotto disse que “solicitou à OAS que contribuísse com as elevadas despesas de preservação do colossal acervo”.

Segundo Moro, “houve um aparente reconhecimento das premissas fáticas estabelecidas pelo MPF”, que relacionou o custeio da armazenagem às propinas acertadas no esquema criminoso da Petrobrás.”

Consta que, em 22/10/2010, a empresa Granero emitiu orçamento a pedido do acusado Paulo Tarciso Okamoto para armazenagem dos bens pertencentes a Luiz Inácio Lula da Silva, o que foi aceito em 27/12/2010.  Apesar disso tudo , o contrato de armazenagem, com valor mensal de R$ 21.536,84, foi celebrado, em 01/01/2011, entre a Construtora OAS e a Granero.

“O real propósito do contrato foi ocultado, pois nele constou que o objeto seria a ‘armazenagem de materiais de escritório e mobiliário corporativa de propriedade da Construtora OAS Ltda’.”

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2 comentários sobre “Moro demonstra que Okamotto se incriminou sozinho

  1. Penso com meus cotovelos: se empreiteiras tais como a OAS, tão caridosas, fossem provocadas a contribuir com dinheiro a hospitais públicos, creches, orfanatos…, será que seriam vencidas pelo sentimento de comoção e dexariam de contribuir humildemente a esse Santo Divino, denominado Lula ??

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