Temendo questões espinhosas, Lula proibiu jornalistas de fazerem perguntas em coletiva vitimista

Prevendo alguma pergunta incomoda de algum dos poucos jornalistas independentes, o ex-presidente Lula preferiu proibir que os profissionais de imprensa presentes na coletiva vitimista marcada por ele em um hotel de luxo em São Paulo pudessem fazer perguntas. Foi essa a condição de acesso dos repórteres ao evento: a de registrar somente o que o chefe petista dissesse.

Acusado pelo Ministério Público Federal de ser o chefe do esquema criminoso operado pelo Partido dos Trabalhadores na Petrobras, Lula adotou um tom mais vitimista ao tratar das acusações feitas pelos investigadores da Operação Lava Jato. Sem se defender das graves acusações, o petista se limitou a acusar o Ministério Público Federal de perseguição política.

Apesar da impressão causada por Lula entre a militância, não há muitas alternativas para que o petista consiga driblar a Justiça. O vasto quadro de provas já garante farta munição para os investigadores. A expectativa é que o líder máximo do petismo seja preso assim que se esgotarem os recursos de sua defesa, ou seja, em breve.

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4 comentários sobre “Temendo questões espinhosas, Lula proibiu jornalistas de fazerem perguntas em coletiva vitimista

  1. Esse cara é tão ordinário que doi capaz de viver à sombra dos ssus correligionários a vida toda, desde a época das guerrilhas. Ele empurrava os companheiros e esquiva-se , evitava aparecer. Chegou a ser preso, mas a prisão serviu foi para prepará -lo mais. Conseguiu enganar os incautos e elegeu-se presidente e chegou a mostrar trabalho, mas o que queria mesmo era ganhar mais confiança para fazer as falcatruas. Ele e os demais membros da quadrilha deixaram o Brasil na precata. Sujeito maquiavélico, presunçoso, vingativo e cruel. O chefe máximo de uma nação tem.a nobre missão de dar exemplo e não fé chefiar quadrilha. Nessas condições deveria ser condenado, Mas aqui no nosso país! !! Há! Só vai ser condenado início memoriam .

  2. O grande problema no Brasil é que as leis determinam rituais lentos demais para punir (quando punem) os muitos bandidos, assassinos e corruptos. E eles sabem disso! Quando acontece de serem punidos (quando são), acabamos tendo que gastar uma fortuna para provar a culpa deles. Resultado: eles estão sempre um passo à frente, graças a advogados especialistas em defender criminosos e em juízes mais preocupados em lhes garantir amplos direitos de defesa. Ocorre que não há essa preocupação quando roubam, matam ou corrompem / se deixam corromper. Nossa justiça é voltada sempre para permitir que os criminosos se defendam e até torcem pra que provem sua inocência, mesmo que confessem suas culpas. Há sempre mais cuidado em não prender eventuais inocentes do que em se prender os culpados. Pobres brasileiros honestos que, assim, estarão sempre em desvantagem.

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