Narrativa de “golpe continuado” é para esconder o fracasso petista

O PT perdeu o controle das ruas e tem perdido amplo espaço também nas redes sociais. O fracasso é visível conforme aumenta a rejeição ao partido, sobretudo aos seus maiores nomes como Lula, Fernando Haddad, Pimentel e, é claro, Dilma Rousseff.

A narrativa de “golpe”, que foi usada durante todo o processo de impeachment, também falhou em seu intento. Foi uma tática que não colou, senão com a própria militância de extrema-esquerda. Ninguém mais que seja de fora desses grupos comprou a ideia, sobretudo porque todo o processo foi lento e seguiu rigorosamente a Constituição, exceto pela parte final, que foi justamente quando deram o verdadeiro golpe para proteger Dilma Rousseff mantendo seus direitos políticos.

Agora, com as novas acusações contra Lula, o partido pretende continua afirmando que “é golpe”, mas dirão que é um “golpe continuado”. De certo modo, pretendem continuar com o próprio fracasso. Vão apostar todas as fichas novamente em uma narrativa que já não tem funcionado até agora e que certamente não funcionará novamente.

É certo que não lhes restam muitas opções, mas ainda assim esta certamente não é a escolha mais sábia. Quem lhes fala neste momento não é a razão, é o desespero. Querem a todo custo proteger os grandes caciques e com isso farão o favor de sacrificar a tribo inteira.

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