Mulher de Toffolli trabalhou para empresas investigadas na Lava Jato

Segundo o portal Jovem Pan, a advogada e empresária Roberta Rangel recebeu R$ 300 mil, entre 2008 e 2011, das empresas Iesa e Queiroz Galvão, sendo esta última uma das empresas investigadas pela Operação Lava-Jato. Rangel, entretanto, é esposa de Dias Toffoli, ministro do STF que “por acaso” também já foi advogado do Partido dos Trabalhadores.

Ao que tudo indica, os contratos entre a empresa de Rangel e a Queiroz Galvão não são ilícitos, mas isso levanta uma questão, já que seu marido é justamente um dos responsáveis por julgar crimes cometidos por estas empresas em conluio com o partido do qual fez parte. É uma situação no mínimo esquisita.

Para o historiador Marco Antonio Villa, o Supremo é um “mundo paralelo”.

“Nós brasileiros que sustentamos isso somos outro. Aguarde, daqui a dois anos o Dias Toffoli vai assumir a presidência do STF”, diz Villa.

 

Anúncios

Um comentário sobre “Mulher de Toffolli trabalhou para empresas investigadas na Lava Jato

Deixe uma resposta