Jornalista ataca MBL por “faturar em cima de Moro”, mas leitores lacram para cima dele

O jornalista Ilimar Franco, do Globo, é conhecido por sua simpatia ao PT e demais partidos da extrema-esquerda. Mas ele exagerou um pouco nesta quarta (14). Escreveu um texto intitulado MBL fatura ($$$$$) com a imagem de Moro, no qual tenta vender ao público como se fosse condenável a atitude de uma organização não-governamental vender canecas aos seus admiradores.

Ilimar disse: “O MBL, organização que participou da mobilização pelo impeachment da ex-presidente Dilma, está vendendo Canecas com uma gravura do juiz Sérgio Moro, responsável pela deflagração da Operação Lava-Jato.O produto é exibido ao lado de um Pixuleco, que retrata o ex-presidente Lula vestido de presidiário. O Pixuleco é vendido a R$ 20,00 e a Caneca ‘Somos Todos Moro” por R$ 50,00. O preço da caneca está inflacionado. Nos sites de venda, canecas personalizadas são encontradas desde R$ 3,00 até R$ 12,00. A caneca mágica Harry Porter, por exemplo, custa R$ 34,90.”

O jornalista segue: “A propaganda da loja do grupo está logo acima de um post em que o movimento diz que defenderá candidaturas a vereador nas eleições deste ano. O movimento, que apoia mais de uma dezena de candidatos a vereador pelo país, diz que os produtos à venda em sua loja são para sustentar a continuidade da luta política contra o PT.”

O que Ilimar não esperava é que vários leitores expusessem suas contradições, principalmente por atacar uma organização que vende canecas ao seu público – que entende que o valor significa praticamente uma doação seguida do recebimento de um “brinde” -, de modo voluntário e sem depender de mamatas estatais.

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