Jandira Feghali declara linha telefônica como se fosse um bem

 

Durante os anos 80 e até parte dos anos 90, ter uma linha telefônica era praticamente como fazer consórcio ou comprar ações da bolsa. A telefonia no Brasil era controlada pelo governo e, por isso, era muito ruim em comparação aos dias atuais. Algumas pessoas esperavam tantos anos na fila para conseguir um número – e isso só era acessível a quem tivesse dinheiro – que, após conseguir, declarava-se a linha telefônica como um bem.

Hoje em dia, graças às privatizações contra as quais a extrema-esquerda brasileira sempre lutou, ter uma linha de telefone é algo relativamente simples, tanto quanto abrir conta em banco ou fazer um cadastro em alguma loja qualquer. Deste modo, uma linha telefônica não é um bem, é meramente uma despesa, algo como a conta de energia elétrica ou abastecimento de água. Isso, é claro, exceto para Jandira Feghali, a comunista, que em sua declaração de bens colocou a linha telefônica que possui, no valor de R$ 400,00, como um bem.

Talvez a deputada queira voltar aos velhos tempos, quando havia a Telebrás, mas pelo menos ela não mentiu na declaração de bens de maneira tão descarada quanto Marcelo Freixo. A prefeitura do Rio, seja como for, parece que não ficará em boas mãos.

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