PM teria marcado um golaço e inovado usando Tinder para prender Black Blocs

Uma denúncia bizarra – e que deveria ser encarada como vergonhosa para o denunciante – feita em um site de extrema-esquerda chamado Ponte nos permite descobrir uma possível ação maravilhosa da PM para descobrir criminosos que se juntaram a milícias do PT. O site diz que a PM pode te ser valido de uma técnica brilhante, ideal para lidar com terroristas ou traficantes: infiltrar agentes disfarçados para descobrir ações criminosas planejadas dentro desses grupos.

O site diz: “Dos 26 manifestantes presos, 18 foram detidos no Centro Cultural São Paulo (CCSP), na Liberdade, região central de São Paulo, quando se preparavam para ir à manifestação na avenida Paulista. Eles acreditam que foram denunciados à PM por um participante do grupo que se identificava como Baltazar Nunes, o Balta. Enquanto os demais detidos eram presos e conduzidos ao Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) em duas viaturas e num ônibus, Baltazar foi levado sozinho numa outra viatura e nunca chegou à delegacia.  Para os manifestantes, Balta era um P2 — nome dado aos policiais do serviço reservado da Polícia Militar, que atuam em investigações, sem farda e com identidades falsas.”

O site segue: “Balta mantinha uma página no aplicativo de paquera Tinder, em que adotava o típico perfil de um esquerdomacho — um cara que se vangloria de ter posições políticas progressistas para se dar bem com as mulheres. Logo abaixo do rosto barbado de Balta, vinham um breve manifesto louvando a liberdade e a igualdade e, no final, uma citação em inglês (“Democracia é o caminho para o socialismo”) atribuída ao filósofo e revolucionário alemão Karl Marx.”

O suposto policial questionava as pessoas a respeito de se iriam no ato. Enquanto isso, teria obtido várias informações. Depois da prisão, um dos baderneiros preso disse: “Não tem como isso ter sido por acaso”. Ele também conta que no momento em que a polícia chegou ao endereço, os milicianos estavam reunidos na passarela diante da entrada do CCSP, um local que não é visível da rua.

A organização extremista Ponte fez uma pergunta para as assessorias de imprensa da PM e da Secretaria da Segurança Pública, comandada pela CDN Comunicação: “A PM usou policiais infiltrados para conseguir a prisão dos 21 jovens no CCSP no último domingo?”. Até o momento a PM, obviamente, não respondeu e nem deve, uma vez que o uso de policiais disfarçados não deve ser revelado.
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