Maioria dos jornais que distorceram proposta de flexibilização não seguem a CLT

Diversos jornais de grande circulação têm divulgado a falsa informação de que o governo, nas mãos de Michel Temer, quer aumentar a jornada de trabalho de 8 para 12 horas diárias, alterando a CLT. A mentira já começa no fato de que atualmente o limite não é de 8 horas, mas 10, limitadas a 44 horas semanais. Contudo, a proposta apresentada pelo Governo Federal difere muito disso.

De qualquer forma, o mais importante é ressaltar que os grandes veículos de imprensa, em sua maioria, nem de longe conseguem cumprir a CLT. A maioria deles têm diversas reclamações de funcionários e ex-funcionários sobre as condições de trabalho, remuneração, etc. Além disso, a CLT é um texto atrasado e fascista, proposto por Getúlio Vargas, que seguia o modelo de Mussolini, na Itália.

No plano geral, a maioria das leis trabalhistas atuais prejudica o trabalhador e o empregador, beneficiando apenas o governo. A proposta do Governo Federal não tem a ver com aumento de horas trabalhadas, e sim com a flexibilização de contratos, o que no médio prazo gerará mais empregos. Esta é a realidade.

A falta de isenção dos veículos midiáticos tem mostrado o quanto há de gente extremista ligada ao PT infiltrada nestes meios.

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