Verba pública bancou evento com Lula e Pimentel em MG

Emitir narrativas para falsificar a realidade tem se tornado a essência da vida dos dos petistas. Como não existe legislação para punir alguém só por contar histórias fantasiosas (as tais “versões dos fatos”), isso em si não é crime, embora possa ser classificado como crime moral.

O problema é quando tudo isso é bancado com verba estatal, como mostra análise de Reinaldo Azevedo: “O investigado Luiz Inácio Lula da Silva foi deitar falação nesta terça no encontro do tal Levante Popular da Juventude, que é só a outra marca-fantasia do MST. Agora é assim: Guilherme Boulos, o dono do MTST, criou uma segunda empresa de ideologia chamada Frente Povo Sem Medo, e Stedile, o tal Levante. As marcas vão se desgastando. É preciso lançar produtos novos.”

Mas aí é que a coisa começa a feder: “Pois bem. O encontro do “Levante” ocorre em Belo Horizonte. Sabem quem financia? O também investigado Fernando Pimentel (PT), governador de Minas Gerais, uma das estrelas da Operação Acrônimo. A chance de o homem não chegar ao fim do mandato é grande. O dinheiro que sustenta o evento saiu do caixa do próprio governo — que deu R$ 50 mil — e do BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais), que repassou outros R$ 50 mil.”

E o custo vai além disso: “O custo é bem maior, tudo bancado pelo governo de Minas: alojamento, alimentação, segurança, infraestrutura. Eis o levante do PT. Eis o povo sem medo do PT. É uma gente que não tem medo de se levantar usando o dinheiro do estado.”

Fernando Pimentel, para nenhuma surpresa, está sendo investigado por diversas acusações de corrupção, correndo risco de perder o cargo.

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