Tática de intimidação do MPF contra a polícia, em benefício das milícias, não pegou bem

Conforme mostra análise da Jovem Pan, a tática do MPF de “monitorar” a Polícia Militar não pegou bem.

Já se tornou de domínio público a suspeita de que o Ministério Público Federal contém (alguns) integrantes que adotam a agenda da extrema-esquerda e que, por isso, gostariam de beneficiar os grupos que pratiquem vandalismo.

Como isto ainda é uma suspeita, a tendência é que investigações comportamentais prossigam no sentido de compreender cada narrativa emitida pelo MPF em relação às manifestações.

Coagir a atividade da Polícia Militar – enquanto nada se faz contra os grupos extremistas que estão destruindo bares, agredindo pessoas, fechando vias, jogando coquetéis molotov em casas e depredando comitês de adversários políticos, dentre outras atitudes milicianas típicas do bolivarianismo – se torna uma atitude bastante suspeita nesse momento.

Esse tipo de tática já foi executada na Colômbia, quando vários jornalistas de extrema-esquerda tentaram coagir a ação militar contra as FARC, organização narcotraficante que há décadas vem executando ações terroristas, estando aliada ao socialismo.

O que já está sendo discutido, no entanto, é que  ideia não foi bem recebida pelo comando da Polícia Militar e também encontra resistência no Ministério da Justiça, atualmente encabeçado por Alexandre de Moraes.

A colunista Vera Magalhães explica e comenta:

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2 comentários sobre “Tática de intimidação do MPF contra a polícia, em benefício das milícias, não pegou bem

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