Okamotto se deu mal: habeas corpus foi negado

Como já se sabe, Delcídio do Amaral prestou depoimento em Curitiba dizendo que o ex-presidente bolivariano Lula era o chefe do petrolão.

Enquanto isso, Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, pediu “habeas corpus” no Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Uma pena, para ele, que Desembargador João Paulo Gebran Neto não acatou o pedido.

Gebran disse: “Discordâncias centradas na suposta ilegitimidade de uma prova produzida com o auxílio de um dos investigados e na inexistente ‘tendência judicial’ de utilização das prisões preventivas para obtenção de confissões e colaborações, não maculam os acordos até agora firmados”.

Ele complementa: “Tampouco são pertinentes as teses que associam o novo instituto aos mecanismos de investigação utilizados no período de autoritarismo institucional. Ao contrário disso, o instituto nada traz de autoritário ou medieval. De um lado, a colaboração premiada revela-se moderno instrumento de investigação e apuração de ilícitos, sobretudo do crime organizado. De outro, pela ótica daquele que colabora, pode ser entendido como valoroso meio de defesa”.

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