Jogo do “isentão”: petistas negam, mas as recentes manifestações são pró-PT

Apesar de negarem com veemência que defendem o PT, e mesmo que insistam em dizer que as “manifestações” foram contra Michel Temer e “a favor da democracia”, a verdade mesmo é que os atos de baderna, vandalismo e terror registrados desde a última quarta-feira, quando Dilma Rousseff foi afastada, fazem parte de um movimento pró-PT.

Sim, é um movimento de pessoas ligadas ao partido, algumas até mesmo contratadas para isso, com a finalidade estrita de defender os interesses da legenda. Nem mais, nem menos. Se houvesse mesmo um “ato contra Temer”, ele deveria ter começado em 2010, quando Dilma o aceitou na chapa como seu vice-presidente. Afinal, o Temer de 2010 é o mesmo de hoje.

Se os vândalos não queriam um Michel Temer ocupando a presidência, jamais o teriam eleito como vice. Afinal de contas, é esta a função do vice: substituir a presidente em sua ausência, morte ou deposição de cargo. A conversa sobre “defender a democracia” tampouco faz sentido, pois o impeachment de um presidente é previsto em Constituição e, portanto, é democrático.

Podem até negar o quanto quiserem, mas os atos são pró-PT, pró-Lula e pró-Dilma. Se não fossem, não estariam lá com cartazes contra o juiz Sérgio Moro, cujo trabalho tem sido feito com o rigor da lei. O objetivo é claramente defender os interesses do partido.

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