Extrema-esquerda petista já atacou todos os principais veículos de imprensa

Desde que a esquerda começou a promover os violentos atos de rua em 2013, a imprensa tem sido alvo constante do ódio e truculência destes grupos. Nas jornadas de Junho, profissionais de imprensa eram expulsos dos atos por Black blocs, hostilizados e as vezes, agredidos. Veículos eram depredados, e profissionais de todas as grandes emissoras passaram a utilizar equipamento descaracterizado para não serem agredidos. Os únicos que não eram alvo de violência eram os militantes do Mídia Ninja, que faziam a cobertura sem serem incomodados.

O caso mais grave de violência contra a imprensa foi o que resultou na morte do cinegrafista Santiago Andrade, da Band. O assassinato ocorreu em fevereiro de 2014, e envolveu grupos ligados ao PSOL. Entre os envolvidos no crime está a militante Elisa Quadros Sanzi, a Sininho. Santiago foi atacado com um rojão. Em sua defesa, os militantes disseram que a intenção não era atacar a imprensa, mas sim os policiais militares que cobriam as manifestações. Naquele mesmo ano, Record, RedeTV, SBT e Globo também foram alvos de ataques, além de seus profissionais serem atacados nas ruas.

Naquele mesmo ano, a sede da revista Veja se tornou alvo dos grupos radicais ao denunciar o envolvimento dos ex-presidentes Lula e Dilma no esquema do Petrolão. O alvo foi a Veja. Neste ano, Estadão e Globo voltaram a ser alvo de ataques em sua sede. Após a cassação do mandato de Dilma Rousseff, quem se tornou alvo dos radicais foi a Folha, mesmo tendo sido o veículo de imprensa mais fiel ao governo petista.  Apesar de toda a truculência, os principais sindicatos de jornalistas tomaram partido dos manifestantes da extrema-esquerda, além de apoiarem a narrativa de que o impeachment é golpe.

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