Especialista diz que, se for pela saúde do cão, Dilma deveria levar o animal para Porto Alegre

Conforme a Jovem Pan, se o argumento da golpista Dilma para não levar o cão “nego” para Porto Alegre era por questões de saúde, o argumento já não cola mais.

Como se já sabe, ao deixar Brasília, a ex-presidente bolivariana Dilma decidiu deixar para trás o cão labrador “nego”, que até foi utilizado por ela em campanha eleitoral. Esta é a segunda vez que um dono petista abandona o cão. Dilma o havia herdado do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.

Talvez para evitar constrangimentos, Dilma emitiu a narrativa de que o cão não seria levado por causa da saúde frágil e a da idade avançada do cão, que tem 14 anos. Mas o consultor da Jovem Pan, Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal, até considera que pode haver motivos clínicos que desaconselhem a viagem. Mas, em princípio, a decisão de levá-lo seria mais acertada. “A mudança de ambiente costuma ser mais tranquila do que a de dono”, diz Rossi.

De acordo com Rossi, a viagem de Brasília para Porto Alegre não é tão longa a ponto de causar preocupação muito grande com a saúde do cão. “A complicação maior viria de uma dificuldade de respiração”, diz ele. “Mas os labradores não são das raças mais sucetíveis a isso.”

“Se a preocupação for com o transporte, acho exagerada. A quantidade de pets que voa é imensa, e acidentes em geral só acontecem quando a caixa de transporte não é adequada”, diz o consultor. “Mas, se o voo é mesmo uma causa de preocupação, leve o cachorro de carro. Aí eu tenho certeza que não há problema nenhum.”

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