Mesmo inflados, números mostram o fracasso dos atos da esquerda neste domingo

Os números dos atos realizados nas principais capitais neste 4 de setembro contra o impeachment de Dilma Rousseff deixam claro o fracasso das manifestações. Ainda que maiores que todos as manifestações realizadas pela esquerda desde o impeachment de Dilma na quarta-feira, os números mostram que a sociedade não aderiu a falsa tese do golpe.

As manifestações golpistas não conseguiram nem chegar próximo dos números das menores manifestações pró-impeachment. De acordo com o Datafolha, a menor manifestação a favor do impeachment de Dilma Rousseff foi realizada em 13 de dezembro de 2015. Na ocasião, 50 mil pessoas ocuparam o vão livre do Masp na manifestação convocada como um “esquenta” para a manifestação do dia 16 de março. O mesmo Datafolha informou ontem que haviam 40 mil pessoas no dia de ontem. A maior das manifestações pelo impeachment foram justamente no dia 16 de Março de 2016, com mais de 2 milhões apenas na Avenida Paulista.

No dia de ontem, os organizadores falaram em 100 mil pessoas. A intenção era contrapor a fala do presidente Michel Temer e do chanceler José Serra sobre o baixo quórum dos protestos. Para Serra, a extrema-esquerda estava promovendo “miniprotestos”, já que não conseguem a adesão popular. Para Serra, protestos expressivos são os realizados contra a ditadura bolivariana de Nicolas Maduro, que reuniu mais de 1 milhão de pessoas em Caracas na quinta-feira. Já o presidente Temer afirmou que as manifestações não passavam de 40 ou 50 pessoas depredando carros.

Os números mostram não só que a população não comprou a falsa tese do golpe, como também mostra que a saída do governo acabou por destruir a estrutura política do Partido dos Trabalhadores. Sem dinheiro para financiar manifestantes, os atos da esquerda tendem  a ficar cada vez menores.

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